sexta-feira, 27 de junho de 2008

domingo, 22 de junho de 2008

Já me acostumei ...



(Uuuu)

Te falo a última vez
não sei se vou me arrepender
Eu sei que é bem melhor assim
a nossa história chega ao fim
Não lembro mais se era bom
eu só sinto a dor

O que me fez e o que falou
como fingiu me enganou
As dúvidas que provocou
como mentiou falou de mim
A nossa história chega ao fim
só ficou a dor


Au uuuu, au uuu, au uuu


Mas é passado, já ficou pra trás
não quero mais ouvir sua voz
O seu sorriso, se desfez de nós
Já me acostumei pela última vez

Mas é passado, já ficou pra trás
não quero mais ouvir sua voz
O seu sorriso, se desfez de nós
Já me acostumei pela última vez
Adeus!


Au uuuu, au uuu, au uuu


Passou a sensação, não sei
ser enganado é tão ruim
Só sei que vai se arrepender
e vai querer voltar pra mim
Mas saiba que não sou mais seu
te desejo a dor


Au uuuu, au uuu, au uuu


Mas é passado, já ficou pra trás
não quero mais ouvir sua voz
O seu sorriso, se desfez de nós
Já me acostumei pela última vez

Mas é passado, já ficou pra trás
não quero mais ouvir sua voz
O teu sorriso, se desfez de nós
Já me acostumei pela última vez
Adeus!

Adeus!

--
James Blunt deve ta bem feliz com a homenagem brasileira!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

sexta-feira, 13 de junho de 2008

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Everyday People

Eu gosto de gente que canta alto sem perceber quando está com fones de ouvido. E na rua. Eu gosto de gente que sorri para grávidas. Eu gosto de gente que derruba coisas. Eu gosto de gente que ri das minhas piadas.

Eu gosto de gente que gosta de cozinhar. Eu gosto de gente que para no meio da rua para cheirar uma flor que se debruçou sobre algum muro. Eu gosto de gente que dá uma ajeitadinha no cabelo no espelho do elevador ou no reflexo dos vidros dos carros parados – e disfarça.

Eu gosto de gente que tem teorias. Pode ser sobre qualquer coisa, não faço muita questão. Eu gosto de gente que usa gírias ou expressões totalmente deslocadas (eu disse des-lo-ca-das, e não des-co-la-das), como "não me arrelia!", "seu paspalho", "grande maroto" e "pouco ortodoxo".

Eu gosto de gente com senso de humor suficiente para ver um conhecido na estação de metrô e, em vez de gritar "ô, fulano!", correr para alcançar silenciosamente o amigo e andar a seu lado quietinho até o coitado tomar um susto, do tipo "oh, é você!".

Eu gosto de gente que conta histórias nas quais elas *não* se dão bem no final. Eu gosto de gente que cita "Seinfeld" e "A Praça é Nossa" na mesma conversa. Eu gosto de gente que toma ecstasy por engano, pensando que é aspirina, e dança a noite inteira sem saber porque está tão animada.

Eu gosto de gente que anda olhando para trás e acaba batendo no vidro. De gente que fala cantado. De gente que diz o que a gente não espera. De gente que ouve músicas muito diferentes umas das outras. De gente que usa camisa dos Beatles. De gente com sotaque, de qualquer lugar.

Eu gosto de gente que observa em silêncio e ri alto. Eu gosto de gente que olha para o céu quando passa um avião. Eu gosto de gente que se maravilha. Eu gosto de gente que anda na rua cantando. Eu gosto de gente que faz comida para mim. Eu gosto de gente que aninha bebês. Eu gosto de gente que escreve em mais de uma língua na mesma frase, misturando os termos. Eu gosto de gente que toma café.

Eu gosto de gente que se esquece, se lembra e ri sozinha, tudo isso em silêncio, no trem.

Eu gosto de gente.


"Sometimes I'm right and I can be wrong
My own beliefs are in my song
The butcher, the banker, the drummer and then
Makes no difference what group I'm in
I am everyday people"

-- Sly and the Family Stone, Everyday People


Management

terça-feira, 10 de junho de 2008

Refletindo...

TEMPO DE ESCOLHER

"Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia."
(Albert Schweitzer)

Muitos amigos leitores têm solicitado minha opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas não têm qualquer prazer no exercício de suas funções. Uns recebem propostas para mudar de emprego, financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras. Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo. Todas estas pessoas têm algo em comum: a necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de Clarice Lispector: "Entre o 'sim' e o 'não', só existe um caminho: escolher." Acredito que quase todas as pessoas passam ao longo de sua trajetória pelo "dilema da virada". Um momento especial em que uma decisão clara, específica e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a vida não pode continuar como está. Algumas pessoas passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam várias vezes no decorrer de sua existência. Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabilidade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabilidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.

PRAZER E VOCAÇÃO

Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que "A sabedoria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas em gostar daquilo que se faz". Sempre imaginei que fosse o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã. Todavia, é indiscutivelmente importante aliar prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida literalmente por "chamado", simboliza uma espécie de predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido de certa magia e divindade.(...) Escolhas são feitas com base em nossas preferências. E aí recorro novamente à etimologia das palavras para descobrir que o verbo preferir vem do latim praeferere e significa "levar à frente". Parece-me uma indicação clara de que nossas escolhas devem ser feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio. O mundo corporativo nos guarda muitas armadilhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo, são convites permanentes. O problema de recusá-los é passar o resto da vida se perguntando "O que teria acontecido se eu tivesse aceitado?". Prefiro não carregar comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das conseqüências... Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e apresentar propostas são um bom caminho. De nada adianta assumir uma postura meramente defensiva e crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra você, mas a favor delas. Por fim, combata a mediocridade em todas as suas vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados com sua vocação, de empresas que não valorizam funcionários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto, como diria Tolstoi, "Não se pode ser bom pela metade".
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio caminho para o fim. Os gregos não escreviam obituários. Quando um homem morria, faziam uma pergunta: "Ele viveu com paixão?".
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
--
Obrigado Amor por tudo!
Te amo!

domingo, 8 de junho de 2008

Keep helping!

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ok?--
Se alguém precisar. Tamo ae!